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quarta-feira, 13 de junho de 2012

The world as we know, O mundo como conhecemos - Redação feita por Jonathan Matos


Tramoia imposta
Globalização e interação social, marcas profundas dessa fase impar da sociedade chamada de século XXI. Embora essa conjuntura tenha origens um pouco mais antigas, é nesta data presente que se intensificou e mudou totalmente o modo de vida da humanidade.
No meio de todas essas mudanças e influências, encontram-se o ilustre Estados Unidos da América. É quase impossível hoje viver sem sofrer alguma influência estadunidense. Do simplório ao mais complexo é possível observar a mão desta nação, onde, diversas vezes uma população supervaloriza a ideologia americana frente à cultura natal. Uma perda total de valores, que é totalmente ignorada, já que, o E.U.A. é considerado o melhor país do mundo. Direta ou indiretamente a terra das oportunidades é imitada e exaltada pela humanidade.
No meio de toda essa supremacia, é de se esperar que, quem não simpatiza com esse Estado é discriminado. Um grande exemplo é o Iran. Apresentar motivos para ser mal visto mundialmente é especialidade do regime dos Aiatolás, como por exemplo, o extermínio de judeus na 2° Guerra Mundial e a vontade declarada de destruição de Israel. Independente disso, o mundo aprendeu que teve temer e desrespeitar esse pedaço de terra, e intrínseco a isso, ficar de olhos bem abertos para qualquer islâmico que passe pela sua rua.
Outro grande modelo de quanto o Oriente Médio em especial é generalizado é o Iraque. Armas de destruição em massa causa oficial para a ação do Ocidente nessa pátria. Isso era o jeito que a sociedade via esse país na década passada. Terminada a guerra, uma visão completamente diferente foi fomentada, demonstrando como real causa questões econômicas. As pessoas mudaram suas opiniões sobre a forma que é vista aquela nação e só. O embuste foi esquecido e a democracia instaurada, ou seja, problema resolvido.
Já no velho continente pode-se fazer menção a federação que um dia travou uma grande luta ideológica que marcou a história humana. Rússia, antiga U.R.S.S., com uma influência tão grande quanto o seu território.  Mesmo assim, a perspectiva da humanidade sempre sofre alterações. Diante disso, os que um dia foram chamados de comunistas, atualmente são relacionados como bêbados inveterados e omissos à prostituição. Consequência direta da transição do socialismo para o capitalismo, sendo assim, tornou-se mais adequado descrever essa sociedade por seus problemas.
Em síntese, seja qual for a nacionalidade, a globalização proporcionou um elo mundial nunca antes visto, mas que, como consequência, trouxe uma nuvem de preconceitos e paradigmas que constituem a maneira de como conhecemos o mundo.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Poluição do ar e da terra - Feito por Jonathan Matos


Compasso ambiental
       O ritmo da dança é cada vez mais envolvente. Com a ilustre participação do Estado, conduzido pelas grandes corporações mundiais e aplaudidas por inúmeras populações omissas. Infelizmente, esse é o quadro da poluição, que, de maneiras e intensidades diferentes se apresentam no mundo globalizado do século XXI.
       Sete bilhões de pessoas no planeta, tecnologia que se renova a cada dia, e, inerente a isso, uma indiferença da sociedade no que tange aos problemas ecológicos. Esta é a situação que a cada amanhecer mais e mais se deflagra. Megacidades, população urbana em ascendência e a falta de conscientização das pessoas, independente da posição financeira e até geográfica, são os principais responsáveis por essa mácula causada na Terra.
       Humanos que não conseguem viver sem exageros, utilizando e desperdiçando ao máximo os recursos naturais, com um modo de vida baseado em produtos industrializados e em sua grande maioria descartáveis que por sua vez, contribuem para a degradação total do solo onde são explorados, dos mares onde o resto é descartado e do ar que é cada vez mais bombardeado com gases estufas. Desmatamentos e outros gamas de incógnitas originadas do capitalismo completam a equação. E como última peça do quebra cabeça, um povo que mais se preocupa em manter sua calçada limpa descartando seu lixo em qualquer outro lugar.
       No meio dessa tempestade, ao menos existe a esperança da bonança, já que, aos poucos políticas sobre o desenvolvimento sustentável são fomentadas. Conferências e discussões, que, embora possuírem alguns pontos duvidosos e suspeitas de uma grande farsa mundial em torno do aquecimento global, abordam sobre como a humanidade pode viver sem causar prejuízos relevantes no ecossistema terrestre.
       Em síntese, independente da gravidade e do estrago feito, é certo, que com uma mentalidade mais ecológica do povo é possível alcançar resultados significantes. Mesmo assim, não se pode esperar um milagre, pois com um alma voltada ao lucro e a produção, torna-se até utópico considerar uma mudança radical quando o interesse real e mundial é outro.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Trabalho infantil na realidade brasileira - Redação por Jonathan Matos


Negligência sociável
A orquestra é complexa e contrastante. Assim é definida a realidade brasileira, no que diz respeito à exploração infantil. Do Arroio ao Chuí, esse problema é observado, embora, ignorado e bem mascarado, um verdadeiro circo onde a sociedade observa e participa, e a cada quatro anos escolhem os novos dirigentes desse espetáculo.
Um país em desenvolvimento, participante do BRICS, referência econômica mundial e grande ocultador das desigualdades sociais. A ineficiência do Estado é a principal ferramenta para esse assassinato doloso ao futuro de inúmeras vidas. A má distribuição de renda, investimentos e incentivos são alguns de vários reflexos que assolam a população, e, em especial, as crianças. A má formação escolar, evasão, tráfico e trabalho infantil são algumas de várias incógnitas que o menor de idade está sujeito na terra do samba e do futebol.
Trabalhar para sustentar a família e assegurar o pão de cada dia, palavras que nenhum menino ou menina deveria ser responsável. Infelizmente, essa realidade existe, e, é bem difundida no país. Seja no campo ou nas cidades, seres inocentes habituados ao trabalho, única forma de viver. Uma fase perdida, um amadurecimento forçado apoiado pelo eclipse formado entre o Estado e as pessoas carentes, chamado de capitalismo. Leis e políticas que cada dia mais, extermina o futuro dessa infância. Nesse contexto, pão e circo e indiferença são mais apropriados do que ordem e progresso.
Fora a incompetência do Estado, outro agravante é a sociedade, ignorante e omissa diante desta situação. Já não bastam políticas incompletas e uma ação defeituosa de fiscalização e aplicação daquilo prescrito em lei, a maioria das pessoas não se importa com o que acontece em sua volta, já que, não prejudicando os seus, colocam tampões em seus olhos. Desse modo, abandonado por todos os lados, somente resta aceitar a exploração e continuar o jogo de culpa e críticas da sociedade contra o governo, sendo que, nada mude.
Em síntese, a conclusão mais pertinente a ser feita é que uma sociedade hipócrita e um Estado demagogo se adaptaram a esse quadro. É necessária uma posição proativa de ambas as partes, o que em alguns pontos, chega a ser algo utópico, mas, mesmo assim, a mudança é possível, a partir da consciência e mobilização social para que essa partitura venha ser mudada de página.