Desenvolvimento sustentável,
palavra chave em todas as Conferências da ONU sobre o clima terrestre. O Rio de Janeiro foi escolhido para sediar
esse grande evento, onde serão discutidas políticas socioambientais e outros
gamas de medidas em prol da conservação do planeta.
O Rio +20 tem por objetivo a
busca por resoluções dos problemas climáticos que aparentemente afetam a Terra.
Representantes da ONU e líderes de vários países estarão sediados na cidade
maravilhosa para conjecturar sobre de que maneira é possível mesclar crescimento econômico e preservação da natureza. Uma das principais ideias é
desenvolver um sistema unificado entre as instituições internacionais e
nacionais visando à consolidação de forças para a luta por um mundo mais
sustentável. Inúmeras oportunidades e expectativas existem sobre este encontro
que promete ser um dos maiores da história.
No outro lado da moeda, não se
pode esquecer todas as outras conferências que resultaram em relativo fracasso,
inclusive a antecessora do RIO +20, a COP 15, que se tornou sinônimo de
fracasso. E agora no Rio de Janeiro não deve ser tão diferente. Crise econômica
assolando o mundo e problemas geopolíticos são o que verdadeiramente estão em pauta
para as potencias mundiais.
Outro grande problema são as
teses duvidosas defendidas. A situação climática no planeta é superestimada, já
que, a temperatura da Terra diminuiu progressivamente, desmentindo o tão
alarmante aquecimento global. A questão dos gases é outro agravante. Cada
década é descoberto um novo vilão, elevando o temor das pessoas e gerando um
novo ciclo de produtos e impostos. E mais um exemplo, dentre vários, é a cogitação
do imposto do carbono, afetando inclusive todo o ser que respira, ou melhor,expira CO2.
Em síntese, a incógnita parece
difícil de ser resolvida. Interesses econômicos e desinteresses ambientais
regem as regras da sustentabilidade, que cada dia que passa, mais se parece com
um embuste orquestrado por aqueles que se interessam somente por dinheiro e
poder.
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